31 de mar de 2011

Do livro do Nada


Manoel de Barros

Sou mais a palavra ao ponto de entulho.

Amo arrastar algumas no caco de vidro,
envergá-las pro chão, corrompê-las, -
até que padeçam de mim e me sujem de branco




Foto: Desconheço o autor (se alguém souber)

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